É preciso que o fruto apodreça antes que a semente nova possa se desenvolver. (I Ching – O livro das Mutações - Hexagrama 23 – Desintegração – Coletânea da Indicações - Livro terceiro)
Acreditar nas nossas próprias idéias é o que nos faz projetar e sustentar o mundo da forma como ele é visto.
Cada pensamento que observamos atravessar a nossa mente comumente simboliza as crenças que possuímos. Os pensamentos mais agradáveis e aceitáveis que possamos ter nem sequer chegam próximos ou arranham os conceitos básicos da Mente de Deus. Como se fosse uma projeção na tela do cinema, esse mundo é só um efeito de luzes e sombras que se movem, mas que parecem bastante reais. Nossa mente quer ver assim e para nos dar suporte ao nosso querer nós projetamos o corpo e nele os órgãos dos sentidos. Os órgãos dos sentidos são órgãos perceptivos que foram imaginados e projetados com a finalidade de fazer com que tudo pareça real. O gosto, o cheiro, o som, o tato e a visão nos enganam o tempo todo. Quando se fala no sexto sentido, que é uma percepção mais fina, ainda não estamos falando de uma percepção corrigida, mas apenas mais aguçada. Supondo que se tenha uma percepção de um ser da quarta dimensão e se vê esse ser sugando a energia de um outro, se pensarmos: "Que filho da mãe!" Isso denota que ainda nossa percepção está percebendo de forma dual. A crença de que existem vítimas ainda é crença na perda. E a percepção chamada de sexto sentido só servirá pra confirmar e manter as crenças na dualidade. No momento em que a nossa compreensão dos fatos fizer com que olhemos os fatos de outra forma, não veremos perda em lugar nenhum, perceberemos que são só escolhas. Podemos interferir e dar informações salutares para que essas escolhas sem amor não se perpetuem, mas jamais fazer julgamentos sobre os envolvidos na situação. Não são a princípio as coisas que mudam à nossa volta , é a nossa interpretação das coisas que muda. O que em um momento parece ser um tormento na nossa vida, em outro passa a não ter significado e não nos alteramos com isso. A mudança começa no interior...
São os nossos desejos de separação que mantém os pensamentos distorcidos sobre a Verdade. É preciso que os desejos de separação deixem de nos seduzir para que possamos, gradativamente, deixá-los ir, e conseqüentemente, deixar de dar forma a esse mundo caótico que tanto nos transtorna.
Não é possível abandonar certas idéias sem perder o interesse por elas, sem deixar de achá-las úteis e atrativas. Assim “é preciso que o fruto apodreça antes que a semente nova possa se desenvolver”.
No momento em que ficamos cansados de sofrer, de sentir dor, de adoecer, de experimentar a falta, de ficarmos transtornados, em conflito, com medo e com culpa, poderemos abandonar o velho, o tão fascinante padrão e nos conectar com níveis mais altos de experiência. Os efeitos de sombra e luz ainda serão observados, mas daremos um significado diferente para eles, até que nossa mente possa ser plenamente corrigida de suas percepções equivocadas.
Um dia cada um terá que dizer: “ – Basta, muito grato, foi o suficiente para mim!”
Mas esse basta tem que reverberar e ser plenamente sincero.
Esse basta tem que vir com disponibilidade para a mudança, advinda de um reconhecimento sincero de que se merece receber o que Deus quer nos dar.
Não precisamos temer a Deus. O que Deus quer nos dar é o que nos faria mais feliz, o que nos tornaria mais realizados. O que Deus quer nos dar é o que nós, no inconsciente curado de nossa mente, escolhemos como as experiências mais dignas, meritórias e aprazíveis que um ser que caminha em um mundo abençoado pode vivenciar.
Temer a Vontade de Deus é temer ser feliz... É temer o conforto, o mimo e os cuidados que só um Pai Amoroso pode nos dar.
sábado, 17 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Falando um pouco de projeções
Quando eu morava no sul do país, entre os meados dos anos 80/ 90, trabalhei em um Centro Infantil com crianças de 2 a 6 anos. Eu adorava contar histórias para elas. Dentre as histórias, lembro de uma que era de uma estrelinha que tinha caído do céu sobre um cactos. Muitas vezes eu adaptava a história conforme a minha intenção de ensinar determinado assunto. Assim, não lembro da história original, nem do título ou autor, mas somente da minha adaptação.
Vou contar rapidamente a história que adaptei:
Certo dia uma curiosa estrelinha debruçou-se na janela e tentava olhar os detalhes do nosso lindo planetinha... Curiosa, esticou-se, esticou-se, esticou-se sobre a janela para observar. De tanto esticar-se... pluft... caiu da janela aqui na Terra... E coitada... para sua infelicidade caiu sobre um espinhento cactos! Ficou toda espetada... Mas como não sabia o que eram os espinhos, não compreendia porque sentia dor...
Quem estava ao redor ouviu os seus gritos: “ – Ai, ai , ai... ui, ui, ui... Que lugar horrível!!” Os pessoas foram lá e tentaram ajudá-la, queriam arrancar os espinhos, mas quando a tocavam ela sentia mais dores ainda e assim, com medo, ela não deixava que ninguém se aproximasse. Ela imaginava que eram as pessoas que a feriam quando a tocavam. Ela só dizia: “- Ai, ai, ai... sai pra lá... ai, ai, ai... ui, ui, ui... sai pra lá...”
Com o tempo, algumas pessoas conseguiram ganhar sua confiança e chegar mais perto... Foram retirando os espinhos um a um, levando em conta o quanto era desconfiada... Até que todos os espinhos foram retirados e a estrelinha pôde aceitar, abraçar e conhecer o que é o amor...”
É lógico que nessa faixa etária não era possível um aprofundamento, mas sempre fica guardada uma sementinha de luz...
Contei essa história agora porque quero falar das projeções.
Todos nós somos estrelinhas... somos luzes que caíram do Céu e ninguém mais, a não ser nós mesmos, somos os causadores de nossa queda.
Os espinhos que parecem fazer parte desse mundo ou parte de nós estão na nossa própria mente. Esses espinhos são o medo e a culpa, que tomam incontáveis formas, assim, nós tentamos nos livrar deles colocando-os do “lado de fora”, no nosso corpo, nas coisas e nas pessoas, no mundo. A esse mecanismo de proteção da mente chamamos projeção.
Mas as nossas projeções vão além disso. Esse tipo de projeção é a ponta do iceberg.
Todo o mundo que se descortina na nossa frente é uma projeção coletiva, é uma projeção holográfica dos nossos desejos de separação de Deus.
Esse mundo é a manifestação da nossa crença de que caímos do Céu, ou do nosso estado original de ser e daí advém a idéia de pecado e também do pecado original.
A crença de que conseguimos nos desligar de Deus gera inúmeras crenças, dentre elas a crença de que somos vulneráveis e a estamos a mercê da vida, como vítimas de uma situação monstruosa que nos ameaça a todo instante. Nós mesmos projetamos esse mundo caótico e não queremos abrir mão dele, porque alimentamos as idéias que o sustentam.
Nossa mente é poderosa, não conhecemos o seu poder e a crença de que não temos o poder de sair dessa situação constrangedora é que ainda nos mantém nela. No fundo nós queremos um culpado e mantemos essa forma ilusória de ver as pessoas, o mundo e a “vida” para que possamos culpar alguém.
Quem já não experimentou uma revolta em relação a Deus quando da perda de um ente querido? Quem já não experimentou uma irritação, ou revolta ou raiva em relação a alguém ao apenas imaginar que essa pessoa possa ter feito algo que lhe feriu, que foi contra seus interesses, que lhe causou dano ou perda?
A estrelinha sustentava a idéia de que as pessoas a feriam quando tocavam nela. Só quando confiou é que puderam, muito vagarosamente, tirar os seus espinhos.
Nós fazemos o mesmo com muitos eventos na nossa vida. Atraímos, através de nossa vibração, os eventos que nos dizem respeito, que precisamos aprender ou ensinar para aprender, mas não vemos dessa forma. Nós culpamos os outros pelo que nos acontece ou culpamos a nós mesmos, sem percebermos que tudo é aprendizado e que esse aprendizado nós escolhemos ter.
Nós estamos aqui para aprender a confiar. Amor e confiança são o mesmo.
Se a estrelinha não tivesse confiado ela estaria ainda cercada de espinhos e achando que quem a feria era quem estava lá para ajudá-la.
Nossos irmão estão a nossa volta para nos ajudar. Se confiarmos nisso, poderemos vê-los como salvadores e não carrascos, pois deixaremos de projetar neles o nosso medo e a nossa culpa.
Poderemos ver nos que gritam, brigam e atacam pedidos de amor. E a um pedido de amor como negar?
Essas idéias podem parecer bem românticas e nada realistas. Percebo que as pessoas chamam de realista a forma como entendem que devem agir nesse mundo com base na forma como entendem esse mundo, isso é, como se esse mundo fosse a realidade e, assim, para elas, nele é necessário ser esperto e defender-se. O meu conceito de realismo não é o usual... Agir de forma realista é agir levando em conta as Leis da criação de Deus. Ser esperto é estar acordado, estar acordado é estar ciente do seu verdadeiro Ser, o seu verdadeiro Ser está atrelado a Verdade, que está atrelada aos conceitos de Deus e não do mundo, pois os conceitos do mundo se opõem aos conceitos de Deus. No meu entender, ser verdadeiramente esperto é ser perspicaz, isso é, ter agudeza de espírito, ser penetrante e profundo em suas observações, só assim poderemos des-cobrir (o véu da ignorância) a respeito de quem somos, quem são nossos irmãos e Quem é Deus.
Assim, a cada pedido de amor não teremos outra forma de agir senão dar amor, porque é o amor que nos une e nos alimenta. É o amor que apazigua as inquietações de nossa alma e nos conduz de volta ao nosso estado original de Graça e Plenitude no seio do Pai/Mãe.
As projeções serão abandonadas ao final e poderemos olhar para o mundo e para todos os seres que o compõem como partes inseparáveis do nosso Ser. O olhar da inocência que edificará um novo mundo está aguardando para ser expresso, ele está latente em cada coração e é o presente precioso que cada um merece receber e dar. Esse é o nosso verdadeiro tesouro guardado no Templo interior que habita em nós. Compartilhar desse tesouro é a única projeção feliz aceitável e que podemos oferecer.
Brilha, brilha a estrelinha
Brilha, brilha lá no céu...
Vou ficar aqui quietinho
Pra esperar Papai do Céu...
Beijinhos de luz
Amo vcs!
Vou contar rapidamente a história que adaptei:
Certo dia uma curiosa estrelinha debruçou-se na janela e tentava olhar os detalhes do nosso lindo planetinha... Curiosa, esticou-se, esticou-se, esticou-se sobre a janela para observar. De tanto esticar-se... pluft... caiu da janela aqui na Terra... E coitada... para sua infelicidade caiu sobre um espinhento cactos! Ficou toda espetada... Mas como não sabia o que eram os espinhos, não compreendia porque sentia dor...
Quem estava ao redor ouviu os seus gritos: “ – Ai, ai , ai... ui, ui, ui... Que lugar horrível!!” Os pessoas foram lá e tentaram ajudá-la, queriam arrancar os espinhos, mas quando a tocavam ela sentia mais dores ainda e assim, com medo, ela não deixava que ninguém se aproximasse. Ela imaginava que eram as pessoas que a feriam quando a tocavam. Ela só dizia: “- Ai, ai, ai... sai pra lá... ai, ai, ai... ui, ui, ui... sai pra lá...”
Com o tempo, algumas pessoas conseguiram ganhar sua confiança e chegar mais perto... Foram retirando os espinhos um a um, levando em conta o quanto era desconfiada... Até que todos os espinhos foram retirados e a estrelinha pôde aceitar, abraçar e conhecer o que é o amor...”
É lógico que nessa faixa etária não era possível um aprofundamento, mas sempre fica guardada uma sementinha de luz...
Contei essa história agora porque quero falar das projeções.
Todos nós somos estrelinhas... somos luzes que caíram do Céu e ninguém mais, a não ser nós mesmos, somos os causadores de nossa queda.
Os espinhos que parecem fazer parte desse mundo ou parte de nós estão na nossa própria mente. Esses espinhos são o medo e a culpa, que tomam incontáveis formas, assim, nós tentamos nos livrar deles colocando-os do “lado de fora”, no nosso corpo, nas coisas e nas pessoas, no mundo. A esse mecanismo de proteção da mente chamamos projeção.
Mas as nossas projeções vão além disso. Esse tipo de projeção é a ponta do iceberg.
Todo o mundo que se descortina na nossa frente é uma projeção coletiva, é uma projeção holográfica dos nossos desejos de separação de Deus.
Esse mundo é a manifestação da nossa crença de que caímos do Céu, ou do nosso estado original de ser e daí advém a idéia de pecado e também do pecado original.
A crença de que conseguimos nos desligar de Deus gera inúmeras crenças, dentre elas a crença de que somos vulneráveis e a estamos a mercê da vida, como vítimas de uma situação monstruosa que nos ameaça a todo instante. Nós mesmos projetamos esse mundo caótico e não queremos abrir mão dele, porque alimentamos as idéias que o sustentam.
Nossa mente é poderosa, não conhecemos o seu poder e a crença de que não temos o poder de sair dessa situação constrangedora é que ainda nos mantém nela. No fundo nós queremos um culpado e mantemos essa forma ilusória de ver as pessoas, o mundo e a “vida” para que possamos culpar alguém.
Quem já não experimentou uma revolta em relação a Deus quando da perda de um ente querido? Quem já não experimentou uma irritação, ou revolta ou raiva em relação a alguém ao apenas imaginar que essa pessoa possa ter feito algo que lhe feriu, que foi contra seus interesses, que lhe causou dano ou perda?
A estrelinha sustentava a idéia de que as pessoas a feriam quando tocavam nela. Só quando confiou é que puderam, muito vagarosamente, tirar os seus espinhos.
Nós fazemos o mesmo com muitos eventos na nossa vida. Atraímos, através de nossa vibração, os eventos que nos dizem respeito, que precisamos aprender ou ensinar para aprender, mas não vemos dessa forma. Nós culpamos os outros pelo que nos acontece ou culpamos a nós mesmos, sem percebermos que tudo é aprendizado e que esse aprendizado nós escolhemos ter.
Nós estamos aqui para aprender a confiar. Amor e confiança são o mesmo.
Se a estrelinha não tivesse confiado ela estaria ainda cercada de espinhos e achando que quem a feria era quem estava lá para ajudá-la.
Nossos irmão estão a nossa volta para nos ajudar. Se confiarmos nisso, poderemos vê-los como salvadores e não carrascos, pois deixaremos de projetar neles o nosso medo e a nossa culpa.
Poderemos ver nos que gritam, brigam e atacam pedidos de amor. E a um pedido de amor como negar?
Essas idéias podem parecer bem românticas e nada realistas. Percebo que as pessoas chamam de realista a forma como entendem que devem agir nesse mundo com base na forma como entendem esse mundo, isso é, como se esse mundo fosse a realidade e, assim, para elas, nele é necessário ser esperto e defender-se. O meu conceito de realismo não é o usual... Agir de forma realista é agir levando em conta as Leis da criação de Deus. Ser esperto é estar acordado, estar acordado é estar ciente do seu verdadeiro Ser, o seu verdadeiro Ser está atrelado a Verdade, que está atrelada aos conceitos de Deus e não do mundo, pois os conceitos do mundo se opõem aos conceitos de Deus. No meu entender, ser verdadeiramente esperto é ser perspicaz, isso é, ter agudeza de espírito, ser penetrante e profundo em suas observações, só assim poderemos des-cobrir (o véu da ignorância) a respeito de quem somos, quem são nossos irmãos e Quem é Deus.
Assim, a cada pedido de amor não teremos outra forma de agir senão dar amor, porque é o amor que nos une e nos alimenta. É o amor que apazigua as inquietações de nossa alma e nos conduz de volta ao nosso estado original de Graça e Plenitude no seio do Pai/Mãe.
As projeções serão abandonadas ao final e poderemos olhar para o mundo e para todos os seres que o compõem como partes inseparáveis do nosso Ser. O olhar da inocência que edificará um novo mundo está aguardando para ser expresso, ele está latente em cada coração e é o presente precioso que cada um merece receber e dar. Esse é o nosso verdadeiro tesouro guardado no Templo interior que habita em nós. Compartilhar desse tesouro é a única projeção feliz aceitável e que podemos oferecer.
Brilha, brilha a estrelinha
Brilha, brilha lá no céu...
Vou ficar aqui quietinho
Pra esperar Papai do Céu...
Beijinhos de luz
Amo vcs!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O medo e suas diversas formas
Na Eternidade estamos ligados a Deus de forma UNA, pois é essa a condição única de ser do nosso Espírito para com Deus e as Suas criações. Mas a nossa mente, com o desejo de separação, imaginou, distorceu e acreditou que pudesse fazer diferente.
Nossa mente, para conseguir realizar o seu desejo, acreditou fragmentar-se em incontáveis partes e níveis, e ao acreditar que estava só sentiu medo, acreditou no medo e por isso reteve o medo.
Nós nos vemos através da pseudo-consciência de ser individual, nos vemos como um desses ínfimos fragmentos, sem percebermos que tudo o que vemos está dentro de nossa mente.
O ponto de referência que denominamos “eu” crê nos conceitos substitutos que imaginou e acredita estar separado de todo o resto e vê esse medo como sendo real. O medo foi o substituto que imaginamos no lugar do Amor.
Na Eternidade, através da criação do Espírito Santo, no mesmo instante, Deus restituiu à Mente Única a Verdade sobre Si Mesma. No tempo isso ainda está sendo desfeito pelo Espírito Santo, a partir da aceitação da Verdade por cada pseudo-fragmento.
A crença de que o medo existe faz todo o sentido para os pseudo-fragmentos.
Cada um de nós, pseudo-fragmentos da Mente Única, está, no seu devido tempo, aceitando a Verdade sobre si mesmo e desfazendo os equívocos e substituições.
Ao substituirmos o amor pelo medo, imaginamos que o medo está em todos os lugares e que tudo pode atacar-nos e ferir-nos, substituindo a Invulnerabilidade do nosso Espírito pela vulnerabilidade de nosso pseudo-eu e de nossa pseudo-criação.
Assim, imaginamos que o medo pode estar e vir de qualquer lugar ou de qualquer um.
O medo está na mente e antes que o corpo atue o medo já se manifestou.
As formas que o medo toma são inúmeras, mas nem sempre são percebidas como tal.
Desde uma simples irritação, insegurança, rejeição, discussão, confronto, divergência, intolerância, briga, rigidez, competição, paixão, rancor, ódio, ira, cólera, ataque, defesa, violência, assassinato, todos são formas de medo.
O conflito mental é a primeira manifestação do medo, daí decorre uma série de outros conflitos que, se perdurarem podem tomar proporções incontroláveis, só depende do quanto se permite chegar.
O medo faz atacar e defender, que não deixa de ser a mesma coisa. A crença de que podemos perder o que nos é tão precioso nos faz defender através do ataque.
No final, todas as substituições feitas estão atreladas. O medo pelo amor, o conflito pela paz, a perda e carência pela abundância, etc. No fundo, a crença na vulnerabilidade e de que a separação deu certo são as molas propulsoras que detonaram o big bang e continuam detonando small bangs mentais todos os dias ainda e impossibilitando que a tão sonhada paz renasça de dentro para fora.
O medo é um hábito mental que só precisa ser corrigido. Quando o querer e a disponibilidade para a correção desse “mal hábito” for a nossa escolha consciente, nos colocaremos à disposição de Deus para que essa correção seja efetuada em nós. O Espírito de Deus agradece a nossa disponibilidade se unindo a nós em Graça e Plenitude! Ao nosso pedido de amor Deus retribui dando-nos amor. Como já nos disse o Mestre: “Pedi e vos será dado!”
Um dia, em 1996, em uma experiência de comunicação mental, pedi ajuda, pois estava me sentindo em muito conflito. O ser que se comunicou comigo me disse que compartilharia sua PAZ comigo. Por um instante minha mente se encheu de uma tranqüilidade tal que é como se milhões de luzes se acendessem e somente luz podia ser divisada. Minha mente ficou em um tranqüilidade tão imensa como eu nunca havia experimentado. Aquela experiência foi única e a tenho como uma referência de paz e silêncio interior. Só fui experimentar aquela sensação novamente durante a Revelação. Hoje quando medito sei onde está esse templo sagrado dentro de mim, com Deus, com TODOS unidos em uma só vibração de Amor.
Nossa mente, para conseguir realizar o seu desejo, acreditou fragmentar-se em incontáveis partes e níveis, e ao acreditar que estava só sentiu medo, acreditou no medo e por isso reteve o medo.
Nós nos vemos através da pseudo-consciência de ser individual, nos vemos como um desses ínfimos fragmentos, sem percebermos que tudo o que vemos está dentro de nossa mente.
O ponto de referência que denominamos “eu” crê nos conceitos substitutos que imaginou e acredita estar separado de todo o resto e vê esse medo como sendo real. O medo foi o substituto que imaginamos no lugar do Amor.
Na Eternidade, através da criação do Espírito Santo, no mesmo instante, Deus restituiu à Mente Única a Verdade sobre Si Mesma. No tempo isso ainda está sendo desfeito pelo Espírito Santo, a partir da aceitação da Verdade por cada pseudo-fragmento.
A crença de que o medo existe faz todo o sentido para os pseudo-fragmentos.
Cada um de nós, pseudo-fragmentos da Mente Única, está, no seu devido tempo, aceitando a Verdade sobre si mesmo e desfazendo os equívocos e substituições.
Ao substituirmos o amor pelo medo, imaginamos que o medo está em todos os lugares e que tudo pode atacar-nos e ferir-nos, substituindo a Invulnerabilidade do nosso Espírito pela vulnerabilidade de nosso pseudo-eu e de nossa pseudo-criação.
Assim, imaginamos que o medo pode estar e vir de qualquer lugar ou de qualquer um.
O medo está na mente e antes que o corpo atue o medo já se manifestou.
As formas que o medo toma são inúmeras, mas nem sempre são percebidas como tal.
Desde uma simples irritação, insegurança, rejeição, discussão, confronto, divergência, intolerância, briga, rigidez, competição, paixão, rancor, ódio, ira, cólera, ataque, defesa, violência, assassinato, todos são formas de medo.
O conflito mental é a primeira manifestação do medo, daí decorre uma série de outros conflitos que, se perdurarem podem tomar proporções incontroláveis, só depende do quanto se permite chegar.
O medo faz atacar e defender, que não deixa de ser a mesma coisa. A crença de que podemos perder o que nos é tão precioso nos faz defender através do ataque.
No final, todas as substituições feitas estão atreladas. O medo pelo amor, o conflito pela paz, a perda e carência pela abundância, etc. No fundo, a crença na vulnerabilidade e de que a separação deu certo são as molas propulsoras que detonaram o big bang e continuam detonando small bangs mentais todos os dias ainda e impossibilitando que a tão sonhada paz renasça de dentro para fora.
O medo é um hábito mental que só precisa ser corrigido. Quando o querer e a disponibilidade para a correção desse “mal hábito” for a nossa escolha consciente, nos colocaremos à disposição de Deus para que essa correção seja efetuada em nós. O Espírito de Deus agradece a nossa disponibilidade se unindo a nós em Graça e Plenitude! Ao nosso pedido de amor Deus retribui dando-nos amor. Como já nos disse o Mestre: “Pedi e vos será dado!”
Um dia, em 1996, em uma experiência de comunicação mental, pedi ajuda, pois estava me sentindo em muito conflito. O ser que se comunicou comigo me disse que compartilharia sua PAZ comigo. Por um instante minha mente se encheu de uma tranqüilidade tal que é como se milhões de luzes se acendessem e somente luz podia ser divisada. Minha mente ficou em um tranqüilidade tão imensa como eu nunca havia experimentado. Aquela experiência foi única e a tenho como uma referência de paz e silêncio interior. Só fui experimentar aquela sensação novamente durante a Revelação. Hoje quando medito sei onde está esse templo sagrado dentro de mim, com Deus, com TODOS unidos em uma só vibração de Amor.
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