O Amor não pede coisas, ele é total em Si Mesmo.
Aquele que O experiencia compartilha desta Totalidade e torna-se um reflexo d'Ele.
O Amor libera os homens de suas farças, Ele não enxerga limites, medos, culpas ou qualquer manifestação insana que qualquer mente possa projetar sobre sua manifestação física.
Ele reconhece no outro a Si Mesmo, livre e completo, liberto de toda a ignorância, e assim Ele testemunha a unidade.
O Amor não espera nada em troca, Ele não precisa de nada, pois em Si é Tudo o que existe. Qualquer outra coisa é inventada, ilusória e seguramente efêmera, e qualquer coisa que seja efêmera jamais poderá ser Real.
O Amor se oferece, serve, compartilha e une.
Na visão pelo Amor só pode existir entrega e serviço, nada mais é possível àquele que Ama do que se oferecer como um portador da Felicidade, compartilhando a Visão Santa que o Amor propicia, e na prática isso se torna gentileza, amizade, querer bem, serviço, entrega, carinho, atitude determinada, confiança, em uma completa aura de segurança, pois o Amor reconhece que é indestrutível, determinado, eterno e para sempre sereno.
O Amor não julga pois reconhece que o que não é real não pode ter efeitos, libera assim o homem do sofrimento e da morte, uma vez que estes são efeitos da loucura e da ilusão, e não da sanidade. O Amor é São! O mundo é a projeção de idéias loucas que não existem em absoluto. O mundo é efêmero.
Aqui o milagre de fato ocorre, uma vez que a determinação que o Amor manifesta é maior do que qualquer ilusão. A doença e a morte são como uma sombra, que na presença da luz se desfaz para dar lugar a claridade.
O Amor não limita, pelo contrário, liberta, ele é paciente pois domina o tempo reconhecendo Sua própria Eternidade.
O que o homem chama de "amor humano" é uma bobagem, este amor sente falta, carece, é condicionado e incompleto. Projeta, justifica, teoriza, apenas para encobrir a Realidade e tentar distrair a mente de ver a Verdade.
O amor humano busca a complementariedade nos símbolos inventados que o mundo oferece, gerando assim ídolos que levarão o homem a decepção e ao sofrimento, seja em objetos, pessoas, situações ou relacionamentos, nenhum significado projetado em qualquer uma das formas vistas pelos sentidos jamais terá o poder de completar a louca idéia de ser separado e incompleto.
Apenas o reconhecimento da verdadeira natureza do Ser é que limpará este conjunto de idéias loucas, abrindo espaço na mente para a identificação com o próprio Amor, Este seguro e totalmente certo. Não pode haver decepção em buscar o que é Real, mas buscar o que não existe só gerará decepção e desgosto.
Uma vez mais a paciência é justificada, pois o Amor sabe que em algum momento do tempo projetado pelo homem este parará de buscar o que não existe e enfim se voltará a estrada que conduz ao que é Real, e aqui o Amor será econtrado, pois Ele estará presente em sua eternidade.
O amor humano não é presente, vê os resultados no futuro, assumindo assim uma incompleteza no agora, assumindo a insatisfação como condição de vida. Só quem é insatisfeito busca a satisfação. Quem é completo não busca nada, apenas se entrega como recurso para iluminar as sombras das mentes nubladas.
O Amor Divino só existe no presente, pois reconhece este momento como Tudo o que existe, reconhece o presente como a eternidade, neste sentido ele transcende o tempo, pois não traz o passado e não projeta o futuro.
Nesta condição, aquele que Ama não se identifica com rótulos, definições, compromissos, a não ser o compromisso de Ser o reflexo da Verdade neste momento. Apenas o presente é eterno, é no presente que todas as coisas acontecem, nunca será em outro momento, o passado e o futuro são apenas idéias projetadas, o presente é um fato para sempre existente.
Aquele que se entrega ao presente Ama, pois no presente está a totalidade do Ser, qualquer outra percepção envolve a tentativa de trazer o passado ao presente ou de projetar uma forma diferente de manifestação no futuro. Aqui está implícita a idéia de insatisfação que o homem carrega, o equívoco original que o faz ser infeliz e desconexo com a Realidade.
Amar é manifestar em Si Mesmo a Luz da Verdade. Mas para isso esta Luz deverá ser conhecida e o Amor experimentado.
As atitudes dos que Amam, mesmo interpretadas, cumprirão a função definida de elevar as mentes para mais perto da Verdade e o homem que Ama torna-se assim uma força a favor de Deus. O próprio Espírito da Verdade encarnado. Este homem será símbolo capaz de atrair às mentes dispostas a reconhecer o que nunca deixou de ser, a Verdade Eterna e o Conhecimento Última da natureza da Realidade.
O resultado para este homem não poderá ser outro do que sentir em sua própria vida todas as características do próprio Amor. Toda a Luz e Glória se manifestarão neste homem, que utilizará o seu corpo não mais como um testemunho do medo e da morte, mas ao contrário, como um veículo capaz de testemunhar a Verdade da Presença do Amor em todos os seres. Na imagem deste homem todos os outros homens se reconhecerão, não mais como corpos separados, mas como a Única Integridade para sempre existente, Unida em toda vida manifesta e alimentada pela presente e Eterna Fonte da Realidade, Deus.
Aos seres humanos cabe apenas uma escolha, a de Amar ou de se iludir. Qualquer outra escolha que o mundo pareça oferecer na verdade são oportunidades de fazer apenas esta única. Diante de qualquer situação o homem pode Amar e reconhecer a Unidade e Integridade de Ser o que É, ou pode se iludir acreditando numa farsa que projeta sobre sua própria idéia de individualidade, manifesta no físico através de um corpo.
Qualquer atitude pode nascer apenas destas duas decisões, a de querer manifestar o Amor ou a de querer continuar vivendo num sonho de sofrimento e morte, onde o prazer e a dor são os palhaços que chamam a atenção da platéia para não olharem para Si Mesmos como Realmente São.
Qual a sua escolha?
Texto de autoria de nosso amigo-Irmão Marcos Trinca
Aquele que O experiencia compartilha desta Totalidade e torna-se um reflexo d'Ele.
O Amor libera os homens de suas farças, Ele não enxerga limites, medos, culpas ou qualquer manifestação insana que qualquer mente possa projetar sobre sua manifestação física.
Ele reconhece no outro a Si Mesmo, livre e completo, liberto de toda a ignorância, e assim Ele testemunha a unidade.
O Amor não espera nada em troca, Ele não precisa de nada, pois em Si é Tudo o que existe. Qualquer outra coisa é inventada, ilusória e seguramente efêmera, e qualquer coisa que seja efêmera jamais poderá ser Real.
O Amor se oferece, serve, compartilha e une.
Na visão pelo Amor só pode existir entrega e serviço, nada mais é possível àquele que Ama do que se oferecer como um portador da Felicidade, compartilhando a Visão Santa que o Amor propicia, e na prática isso se torna gentileza, amizade, querer bem, serviço, entrega, carinho, atitude determinada, confiança, em uma completa aura de segurança, pois o Amor reconhece que é indestrutível, determinado, eterno e para sempre sereno.
O Amor não julga pois reconhece que o que não é real não pode ter efeitos, libera assim o homem do sofrimento e da morte, uma vez que estes são efeitos da loucura e da ilusão, e não da sanidade. O Amor é São! O mundo é a projeção de idéias loucas que não existem em absoluto. O mundo é efêmero.
Aqui o milagre de fato ocorre, uma vez que a determinação que o Amor manifesta é maior do que qualquer ilusão. A doença e a morte são como uma sombra, que na presença da luz se desfaz para dar lugar a claridade.
O Amor não limita, pelo contrário, liberta, ele é paciente pois domina o tempo reconhecendo Sua própria Eternidade.
O que o homem chama de "amor humano" é uma bobagem, este amor sente falta, carece, é condicionado e incompleto. Projeta, justifica, teoriza, apenas para encobrir a Realidade e tentar distrair a mente de ver a Verdade.
O amor humano busca a complementariedade nos símbolos inventados que o mundo oferece, gerando assim ídolos que levarão o homem a decepção e ao sofrimento, seja em objetos, pessoas, situações ou relacionamentos, nenhum significado projetado em qualquer uma das formas vistas pelos sentidos jamais terá o poder de completar a louca idéia de ser separado e incompleto.
Apenas o reconhecimento da verdadeira natureza do Ser é que limpará este conjunto de idéias loucas, abrindo espaço na mente para a identificação com o próprio Amor, Este seguro e totalmente certo. Não pode haver decepção em buscar o que é Real, mas buscar o que não existe só gerará decepção e desgosto.
Uma vez mais a paciência é justificada, pois o Amor sabe que em algum momento do tempo projetado pelo homem este parará de buscar o que não existe e enfim se voltará a estrada que conduz ao que é Real, e aqui o Amor será econtrado, pois Ele estará presente em sua eternidade.
O amor humano não é presente, vê os resultados no futuro, assumindo assim uma incompleteza no agora, assumindo a insatisfação como condição de vida. Só quem é insatisfeito busca a satisfação. Quem é completo não busca nada, apenas se entrega como recurso para iluminar as sombras das mentes nubladas.
O Amor Divino só existe no presente, pois reconhece este momento como Tudo o que existe, reconhece o presente como a eternidade, neste sentido ele transcende o tempo, pois não traz o passado e não projeta o futuro.
Nesta condição, aquele que Ama não se identifica com rótulos, definições, compromissos, a não ser o compromisso de Ser o reflexo da Verdade neste momento. Apenas o presente é eterno, é no presente que todas as coisas acontecem, nunca será em outro momento, o passado e o futuro são apenas idéias projetadas, o presente é um fato para sempre existente.
Aquele que se entrega ao presente Ama, pois no presente está a totalidade do Ser, qualquer outra percepção envolve a tentativa de trazer o passado ao presente ou de projetar uma forma diferente de manifestação no futuro. Aqui está implícita a idéia de insatisfação que o homem carrega, o equívoco original que o faz ser infeliz e desconexo com a Realidade.
Amar é manifestar em Si Mesmo a Luz da Verdade. Mas para isso esta Luz deverá ser conhecida e o Amor experimentado.
As atitudes dos que Amam, mesmo interpretadas, cumprirão a função definida de elevar as mentes para mais perto da Verdade e o homem que Ama torna-se assim uma força a favor de Deus. O próprio Espírito da Verdade encarnado. Este homem será símbolo capaz de atrair às mentes dispostas a reconhecer o que nunca deixou de ser, a Verdade Eterna e o Conhecimento Última da natureza da Realidade.
O resultado para este homem não poderá ser outro do que sentir em sua própria vida todas as características do próprio Amor. Toda a Luz e Glória se manifestarão neste homem, que utilizará o seu corpo não mais como um testemunho do medo e da morte, mas ao contrário, como um veículo capaz de testemunhar a Verdade da Presença do Amor em todos os seres. Na imagem deste homem todos os outros homens se reconhecerão, não mais como corpos separados, mas como a Única Integridade para sempre existente, Unida em toda vida manifesta e alimentada pela presente e Eterna Fonte da Realidade, Deus.
Aos seres humanos cabe apenas uma escolha, a de Amar ou de se iludir. Qualquer outra escolha que o mundo pareça oferecer na verdade são oportunidades de fazer apenas esta única. Diante de qualquer situação o homem pode Amar e reconhecer a Unidade e Integridade de Ser o que É, ou pode se iludir acreditando numa farsa que projeta sobre sua própria idéia de individualidade, manifesta no físico através de um corpo.
Qualquer atitude pode nascer apenas destas duas decisões, a de querer manifestar o Amor ou a de querer continuar vivendo num sonho de sofrimento e morte, onde o prazer e a dor são os palhaços que chamam a atenção da platéia para não olharem para Si Mesmos como Realmente São.
Qual a sua escolha?
Texto de autoria de nosso amigo-Irmão Marcos Trinca
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