A todo momento, tudo o que vemos, ouvimos, tocamos, cheiramos, sentimos, imaginamos, pensamos damos diferentes significados. A cada ser, coisa ou fato que experimentamos damos diferentes graus de importância, diferente valor.
Como isso pode ser assim, se TUDO o que Deus criou é IGUAL, tudo o que Deus criou é UM com Ele? Nossa mente fez uma escolha, através do desejo de ser diferente do que Deus criou, através do desejo de ser separado Dele.
Nossa mente fez a escolha de EXPERIMENTAR "como" é ser diferente, "como" é ser "especial", "como" é ser separado.
Nós somos Deuses,(Jo 10,34) o nosso Poder de escolha é tão poderoso quanto o de Deus, já que fomos criados à Sua semelhança. Esse desejo de experimentar a diferença fez com que imaginássemos um mundo virtual, que nos parecesse "real". Imaginamos um mundo onde a dualidade nos apresentasse opostos, onde pudéssemos ver as diferenças e pudéssemos dar o significado que quisermos.
Um mundo onde a tempo tornaria tudo mutável.
Onde as múltiplas formas e divisões dessem o testemunho dessas diferenças e separações. Com esse desejo abandonamos o nosso SER, abandonamos a lembrança de QUEM SOMOS NÓS! Imaginamos um inferno e viemos morar nele! Tudo que está fora de nós recebe um significado que pode nos causar prazer ou dor, amor ou medo, aceitação ou rejeição...
O desejo de "ver" a dualidade não é conciliável com a verdade do que somos. Ao abandonar a Verdade abandonamos a nós mesmos.
Abandonamos o nosso Poder e nos vemos em um mundo a parte de nós e como vítimas a espera de um milagre!
Qual a "cura" para isso? Quem poderá nos socorrer? Quem poderá nos salvar?
Como isso pode ser assim, se TUDO o que Deus criou é IGUAL, tudo o que Deus criou é UM com Ele? Nossa mente fez uma escolha, através do desejo de ser diferente do que Deus criou, através do desejo de ser separado Dele.
Nossa mente fez a escolha de EXPERIMENTAR "como" é ser diferente, "como" é ser "especial", "como" é ser separado.
Nós somos Deuses,(Jo 10,34) o nosso Poder de escolha é tão poderoso quanto o de Deus, já que fomos criados à Sua semelhança. Esse desejo de experimentar a diferença fez com que imaginássemos um mundo virtual, que nos parecesse "real". Imaginamos um mundo onde a dualidade nos apresentasse opostos, onde pudéssemos ver as diferenças e pudéssemos dar o significado que quisermos.
Um mundo onde a tempo tornaria tudo mutável.
Onde as múltiplas formas e divisões dessem o testemunho dessas diferenças e separações. Com esse desejo abandonamos o nosso SER, abandonamos a lembrança de QUEM SOMOS NÓS! Imaginamos um inferno e viemos morar nele! Tudo que está fora de nós recebe um significado que pode nos causar prazer ou dor, amor ou medo, aceitação ou rejeição...
O desejo de "ver" a dualidade não é conciliável com a verdade do que somos. Ao abandonar a Verdade abandonamos a nós mesmos.
Abandonamos o nosso Poder e nos vemos em um mundo a parte de nós e como vítimas a espera de um milagre!
Qual a "cura" para isso? Quem poderá nos socorrer? Quem poderá nos salvar?
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